Seringa

Ciência e Tecnologia

Título Alternativo:
Seringa Jena-Glas
Descrição:
Este instrumento tinha como função a administração de medicamentos injetáveis, podendo, também, ser aplicada na extração de líquidos, entre eles, o sangue. Antes de o fármaco ser administrado, era necessário introduzir o líquido na seringa e anexar, no bico deste espécime, a agulha apropriada. De seguida, a injeção era consumada, através da penetração, na pele do paciente, dessa mesma agulha e do posterior empurrão no êmbolo. Para a remoção de sangue, que podia ser efetuada em conjunto com uma ventosa, era executado o movimento oposto, ou seja, o êmbolo era puxado. Esta seringa, de origem alemã (Jena), é composta por um vidro com elevada resistência ao calor, algo fundamental no processo de esterilização, e teve um uso generalizado na primeira metade do século XX. Por fim, este espécime pertenceu ao Dr. Henrique Henriques Flores (1907-1985), médico cirurgião que, em 1932, iniciou funções no seu laboratório de análises clínicas, localizado na cidade de Angra do Heroísmo (Ilha Terceira). 23.02.2026 [JPDL]
Dimensões:
C. 8,9 x D. 1,9 cm
Nº de Inventário:
MAH.2016.2768
Data de produção:
ca. 1920 - ca. 1980
Material e técnicas
Vidro
Metal
Entidade relacionada
Museu de Angra do Heroísmo

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