Chapéu

Texteis e Indumentária

Título Alternativo:
Chapéu de senhora
Descrição:
Em 1950, estavam em voga os chapéus confecionados em tafetá, “moirée”, com pequenas copas, mas com grandes ornamentos, entre eles, “aigrette”, plumas e penas. No verão usavam-se os chapéus de palha, com feitios médios e pequenos, os gorros e chapéus pequenos sem abas ou com ela levantada e enfeitada de flores. Os chapéus de outono e inverno eram de pequeno tamanho, as boinas estavam na moda, e tinham como guarnição joias discretas. O turbante é um pedaço de tecido enrolado à volta da cabeça, podendo ser indicativo da classe social, tribo, idade, atendendo ao tamanho, amarração ou cor usado. As primeiras referencias para o turbante como item de moda remontam ao século 18, em França. Em 1920, o estilista francês Paul Poilet reintroduziu a peça na alta costura como sinónimo de “glamour”. A popularidade apareceu no final dos anos 1930 e nos anos 1960 foi incorporado pelo movimento do orgulho negro nos EUA, como afirmação da raça. Pertenceu a Nely Vasconcelos, residente em Santa Cruz da Graciosa no decorrer do século XX. 24-02-2025 [MAB]. 
Dimensões:
Chapéu : A. 13,5 x D. 21 cm
Nº de Inventário:
MG1768
Data de produção:
Séc. XX (década de 40)
Material e técnicas
Tecido - Industrial
Entidade relacionada
Museu da Graciosa

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